Promoção para ganhar “Sábado à Noite 3 – com amor e música”

Meu terceiro livro, e final da trilogia SAN, Sábado à Noite 3 – com amor e música, teve lançamento oficial na Bienal do Livro de São Paulo, em agosto, e estamos aguardando ainda que chegue nas livrarias físicas de todo o país. Vai chegar, é questão de tempo para a distribuição! Está à venda em algumas lojas online (coloquei os links nessa página), mas, por pura ansiedade de ver todo mundo lendo o quanto antes, decidi criar uma promoção aqui no blog que vai sortear uma pessoa para levar SAN3 pra casa – autografado! Que tal?

SAN3 - Com amor e música

Sinopse: Esse pode ser o fim da trilogia, mas “Sábado à Noite 3 – Com amor e música” é apenas o começo da vida de Daniel Marques, o famoso vocalista e guitarrista da Scotty. Alta Granada não é mais o palco principal, agora, a banda formada por ele, Caio, Rafael e Bruno toca em shows lotados no país inteiro. Os músicos já não são mascarados amadores, são reconhecidos e estão aproveitando o máximo no melhor estilo rockstar, sem precisarem esconder os rostos, estampados nas capas de revistas, jornais e nos noticiários. Amanda, por outro lado, deverá decidir entre viver o sonho de sua vida ao lado de quem ama ou continuar na segurança da cidade pequena de sempre. Será que ela pode ser muito mais do que os outros pensam? Jogar tudo para o alto e lutar pelo amor nascido nas praias do interior e nos bailes de sábado à noite do colégio valerá a pena? Junto a seus melhores amigos, Daniel e Amanda enfrentarão a maior decisão de suas vidas no desfecho tão esperado dessa história. Junte-se a eles e mergulhe nas páginas recheadas de música, dramas e amizade do último volume de SAN.
Redes Sociais: Twitter / Página no Facebook / Skoob / Trilha sonora original
Booktrailer:

Só seguir as regrinhas da caixa abaixo:

a Rafflecopter giveaway

A promoção começa hoje e vai até o dia 29/09, quase uma semana inteira para participar! Lembre-se de que curtir as páginas e twittar mensagens são parte da divulgação e é muito importante pra mim como autora, e também para que as pessoas conheçam o livro! Então entre com tudo e participe, sem medo! Obrigada pelo carinho e boa sorte <3 Qualquer dúvida, só comentar aqui no post!

por Babi Dewet. Mora no Rio de Janeiro, é autora do livro Sábado à Noite, formada em Cinema, professora, Galaxy Defender, Jedi, Sonserina, fã de Kpop, empresária neurótica, amante de séries de TV coreanas e filmes bobos americanos.
As fotografias musicais de Tom Falcone

Todo mundo acha que é só pegar uma câmera e, pronto, automaticamente você se transforma em um fotógrafo. Mas não tem nada disso. Fotografia é um trabalho sério, profissional e requer estudo, experiência e muito bom gosto. Claro que aquela velha história de que podemos nos “divertir trabalhando” é totalmente verdade. Eu sou escritora e não tem nada mais prazeroso, pra mim, do que ler e escrever! Não tenho do que reclamar.
Algumas pessoas acabam conseguindo juntar paixões e isso é visível em seu trabalho. Como no caso do fotógrafo Tom Falcone. O cara é um profissional de shows, de turnês, do mundo da música e pé na estrada. Quantas pessoas não gostariam de fazer isso para viver? Ganhar dinheiro assistindo shows e tirando fotos de rockstars? POR FAVOR, SIM! Tom, apesar de ser fixo da banda Mayday Parede, acaba se encontrando com diversas feras da música, com pessoas divertidas, fãs e situações que ele registra tudo – e é apaixonante. E resolvi compartilhar com vocês porque eu escrevo inspirada em música e as fotos dele me deixam doida pra começar a contar alguma história!

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Gostou? Tem mais fotos em seu Tumblr. Aproveita e adiciona o cara no Instagram e no Twitter para acompanhar suas fotografias daqui pra frente!

por Babi Dewet. Mora no Rio de Janeiro, é autora do livro Sábado à Noite, formada em Cinema, professora, Galaxy Defender, Jedi, Sonserina, fã de Kpop, empresária neurótica, amante de séries de TV coreanas e filmes bobos americanos.
Playlist: minhas músicas favoritas da Taylor Swift

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Taí uma artista que eu admiro porque sempre se reinventa e, de alguma forma, continua fiel ao que veio fazer no mundo da música. Taylor Swift tem 24 anos (de 1989) e não tem medo de falar sobre sua própria vida em seu trabalho – muito pelo contrário, ela faz isso com perfeição. A gente sabe bem o papo de que ex namorado da Taylor vira música (ou era a Adele?), mas sua vida também tem muito o que ensinar aos fãs. Seu último projeto foi lançado mês passado e, aparentemente, é um renascimento para Taylor. 1989 já chegou com o single Shake it Off, apresentando a primeira música de seu álbum pop, onde trabalhou com Max Martin, Shellback, Jack Antonoff, Imogen Heap e Ryan Tedder. Ela disse que sua inspiração veio das músicas do final dos anos 80, que eram ousadas e adiantadas para sua época – que, apesar de tudo, tinha cores fortes, decisões marcantes e muita rebelião. Como o nome do álbum é o ano de seu nascimento, Taylor disse que se relaciona pessoalmente com cada música e que a mudança no estilo foi essencial.
Aparecendo como canção bônus em seu novo álbum, Swift co-escreveu uma música com Jack Antonoff por diversão, o que acabou sendo sobre o namorado da atriz Lena Dunham. De acordo com Dunham: “Jack e eu temos muitos problemas existenciais e políticos sobre o casamento. Mas, se nós nos casarmos, não há como Taylor não tocar essa música.”

Sem mais papo, segue minhas cinco músicas favoritas da ex-cantora country e atual vou-cantar-o-que-eu-quiser:

5) Shake it Off
Vamos lá, é o single novo e eu ainda estou escutando pra caramba – quem sabe com o tempo passa as outras quatro na minha playlist? A música recebeu certificado de platina, comercializando mais 281 mil cópias, totalizando 1.2 milhões de vendas em 21 dias! Dá pra acreditar?

4) Red
Essa música é completamente linda, não tem como negar. E marcou época pra Taylor – é madura e suculenta, como uma maçã bem vermelha mesmo. Desculpe o trocadilho.

3) You Belong With Me
Clássico Taylor Swift, falando de garotos e de como somos melhores do que os outros pensam. You Belong With Me é um clássico já, não importa se foi lançado somente há cinco anos. PERA, CINCO ANOS??? Mas já tem tudo isso??

2) We Are Never Ever Getting Back Together
É o tipo de música que você ouve duas, três ou quatro vezes seguidas. E continua dançando na sala como se ninguém estivesse vendo. Falar de relacionamentos é divertido quando a gente pode bater palma juntos e, quem sabe, fazer uma festa do pijama sozinho. Essa música seria perfeita pra isso. “Like, ever”.

1) Love Story
Ultrafavorita! Love Story é minha música favorita pra cantar no chuveiro, gritar junto com o rádio do carro e ficar ouvindo, imaginando muitas histórias divertidas de amor. Adoro um romance e essa música é certamente uma trilha sonora pra várias cenas que já imaginei e escrevi. E, olhem, atemporal. Não importa quando toque, todo mundo sabe cantar.

OMG, foi tão difícil deixar 22 de fora! O clipe é o mais legal pra mim. Se fosse uma playlist de “melhores clipes”, estaria no topo – olha só isso.
Clique aqui e assista ao webchat ao vivo que foi feito para o anúncio de Shake it Off, onde o pessoal da Universal Music reuniu fãs da Taylor e fizeram a maior festa. Como a própria gravadora diz: é o fim da era RED e o começo de 1989!
Em breve nas lojas!

por Babi Dewet. Mora no Rio de Janeiro, é autora do livro Sábado à Noite, formada em Cinema, professora, Galaxy Defender, Jedi, Sonserina, fã de Kpop, empresária neurótica, amante de séries de TV coreanas e filmes bobos americanos.
Cemitério Atari, Crash dos Games e E.T.

Era 1982 e eu não havia nascido (que pena), mas enquanto por aqui estávamos a 3 anos do fim da ditadura militar, os EUA vivia a febre do E.T, aquele bicho “feio, porém simpático” do filme de Steven Spielberg. Numa loucura para conseguir os direitos para a produção de um joguinho inspirado no longa, a Atari (empresa que dominava o mercado de games na época) desembolsou cerca de 2 milhões de dólares para garantir a parceria.

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O produto tinha que estar nas prateleiras até o Natal, deixando uma pressão horrorosa na cabeça do designer Howard Scott Warshaw, que acabou se virando para deixar o negócio pronto em 5 semanas. Em Dezembro, “E.T – The Extraterrestrial” é lançado, vira instantâneamente um dos mais vendidos e o sonho consumista de qualquer olhinho brilhante infantil. Mas os problemas começam a surgir: As reviews são péssimas, o jogo é praticamente “injogável”… Crianças desiludidas querem devolver seus cartuchos e a Atari tenta à todo custo vender fitinhas, baixando preços e preços até o joguinho, que antes custava quase 50 pila, valer cerca de 1 dólar.

As apostas foram altas - E.T. teve uma bilheteria de quase 800 milhões de dólares -, e havia muito produto no mercado para uma demanda baixíssima. Era o começo da queda da Atari e do monopólio de vídeo-games norte-americanos. O que fazer? Enterrar o passado (da maneira mais barata possível) e seguir em frente. Foi literalmente o que a Atari decidiu, colocando sob concreto mais de 700 mil cartuchos do jogo no início de 83.

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A empresa veio a falência meses depois – e eles nunca falaram sobre o assunto, que virou lenda urbana e faz deste capítulo um dos mais interessantes da história da cultura pop (no quesito eletrônicos). A lenda se provou verdadeira quando, no mês passado, uma equipe de escavação em parceria com James Helter (ex-empresário da Atari) e a XBox encontraram o local.

Situado em Novo Mexico, o “Cemitério Atari” atraiu uma legião de fãs – vai virar até documentário – loucos para ver de perto o lugar que até então fazia parte apenas do imaginário deles. O lugar estava todo enfeitado; tinha Atari 2600 pra galera jogar e até um E.T. dentro de um DeLorean para tirar selfies com a galera (mentira, ele queria mesmo era uma carona pra casa).

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Também queria estar lá naquele momento. Meu ponto de vista diz que se não fosse a crash dos video-games em 83, não teríamos computadores hoje – e o E.T. foi peça chave nesse negócio. Como não pude, fico feliz de saber que em breve teremos cartuchos do jogo à venda e estou ansioso pelo documentário, que será lançado em Dezembro.

Trinta e dois anos passaram, mas a infame parceria do E.T. e a Atari ainda é um assunto forte na cultura pop. Há quem diga que o jogo não é ruim, só precisava de uma revisão – e que ele, inclusive, lançou um padrão novo na história (leia mais aqui). Pessoalmente, não acredito que ele seja o terror que as pessoas falam. Se fosse, não seria lembrado com tanto louvor.

por Da5vi. Um meio termo entre o Will Burton e Cameron Frye. Enquanto o Ferris é o rei de matar aula (isso existe? lol), sou o rei da hiperatividade, AEHOOO!!! Fui criado pelos filmes do John Hughes e pago mó pau pros Beatles (menos pro Lennon, porque sou #TEAMGEORGE). Ah, também sou super fã da cultura punk/new wave e dos anos 80. Vim do passado, mas meu capacitor de fluxos quebrou, não sou íntimo do Doc... Acabei preso aqui! O cinco é mudo.