Divulgada a capa e título da sequência para “A Seleção”, de Kiera Cass

[SPOILER para quem não leu o último livro de A Seleção!]
Em agosto a gente ficou sabendo que a trilogia A Seleção, da fofa Kiera Cass lançado pelo selo Paralela da Companhia das Letras, não seria mais uma trilogia. Dois novos livros estão à caminho, começando com The Heir (A Herdeira), que tem previsão de lançamento lá fora no começo de maio de 2015 – sem previsão por aqui. O quinto livro ainda não tem título ou data divulgados. Hoje a EW liberou, com exclusividade, a capa de The Heir, que é completamente linda!

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Você pode assistir ao vídeo do making of da capa clicando aqui.
A sinopse oficial divulgada é: “Vinte anos atrás, America Singer entrou na Seleção e ganhou o coração do Príncipe Maxon. Agora chegou a vez para a Princesa Eadlyn ter sua própria Seleção. Eadlyn não espera que seja nada como a história de amor de contos de fadas que seus pais tiveram. Mas assim que a competição começa, ela pode descobrir que encontrar seu próprio final feliz não é tão impossível quanto ela pensa.” Animados?

CADÊ NO BRASIL, GENTE? #jáquero #amoaseleção #eadlynídola

por Babi Dewet. Mora no Rio de Janeiro, é autora do livro Sábado à Noite, formada em Cinema, professora, Galaxy Defender, Jedi, Sonserina, fã de Kpop, empresária neurótica, amante de séries de TV coreanas e filmes bobos americanos.
K Wave – a revista sobre cultura coreana no Brasil

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Eu amo KPOP (pop coreano) e todo mundo sabe disso, então fiquei totalmente apaixonada de saber que a KBS estava em parceria com uma empresa para trazer uma revista toda voltada para a cultura coreana ao Brasil: a K Wave. Algumas revistas produzidas por fãs não deram muito certo (não é barato, gente!), mas essa tem o apoio de muita gente grande e até agora é um enorme sucesso! Conheço pessoas da equipe e sei que todo mundo se esforça muito pra conseguir uma qualidade padrão Coreia, que a gente sabe bem que não é muito fácil – e apesar de ser difícil agradar todo mundo, não tem uma K Wave que não tenha a sua cara de alguma forma!
O mais legal é que a revista tem um sistema de assinaturas e você pode garantir todo mês a sua em casa. É super em conta e conteúdo é para todos os gostos, com matérias sobre artistas, grupos, doramas, comidas, shows que rolaram no Brasil, eventos e muito mais. Olha só o site oficial.

Até agora, além da revista inicial distribuída no Music Bank, três edições já foram lançadas:

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As três ainda estão disponíveis para compra lá no site oficial, claro. Mas, em parceria com a equipe da K Wave Brasil, vou sortear pra vocês duas edições: a segunda e a terceira, com matérias desde o show do BTS e do NU’EST, que aconteceram no Brasil, até Winner, Girls Day, Champs, Sistar, K Will, Lee Min Ho e, claro, Lee Jong Suk! São imperdíveis e vão para dois fãs diferentes! Além de acompanharem uma pulseira linda e especial só para fãs de kpop.

Para participar é bem fácil: faça login no Rafflecopter, essa caixinha abaixo, e complete alguns passos. Alguns não são obrigatórios (como seguir a página da K Wave no Facebook ou me seguir no Twitter), mas tudo gera pontos e quanto mais pontos você tiver, mais chances tem de ganhar!

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Boa sorte e, qualquer dúvida, só deixar nos comentários! <3

por Babi Dewet. Mora no Rio de Janeiro, é autora do livro Sábado à Noite, formada em Cinema, professora, Galaxy Defender, Jedi, Sonserina, fã de Kpop, empresária neurótica, amante de séries de TV coreanas e filmes bobos americanos.
Clássicos da Sessão da Tarde: Dirty Dancing

Faziam anos desde a última vez que sentei para assistir “Dirty Dancing: Ritmo Quente”. Lançado em 1987, o filme é uma mistura de críticas, dança e sensualidade. Aqui no Brasil, tornou-se clássico da Sessão da Tarde junto com muitas outras pérolas da década de 80 – além de ser responsável por catapultar a carreira de Jennifer Grey e transformar “I’ve Had (The Time of My Life)” em tema de vários casamentos ao redor do mundo.

Baby (Grey) é uma menina da alta-sociedade inocente e com planos de “mudar o mundo”. Junto com a família, vai passar as férias em um country club requintado onde estudantes universitários trabalham para conseguir créditos e se formar. Fascinada pelo casal de dançarinos que vê no salão, decide ir ao alojamento de funcionários e descobre o mencionado ritmo quente: Com influências sul-americanas e embalado por vocais afro-descendentes, músicas como “Do You Love Me?” (The Contours) e “Love Man” (Otis Redding) servem de plano de fundo para os passos calientes e “proibidos” daquele pessoal.

Logo em seguida, Baby vira objeto de atenção de Johnny Castle (Patrick Swayze), um dos instrutores de dança do local. E é ao encontrá-lo que ela enfim descobre o amor – E a realidade: Penny, parceira de dança do Johnny, está grávida de um dos jovens “limpinhos” da high society, que (claro) a deixou nas desculpas de que ela era uma qualquer. É então quando Dirty Dancing mostra o preconceito sofrido pelas pessoas que buscavam à dança e teatro naquela época. O próprio Johnny, ao assumir responsabilidade por sua colega, torna-se culpado da situação.

Na tentativa de por em prática seus ideais, Baby resolve ajudar Penny, e passa a ensaiar às escondidas com Johnny para substituí-la numa apresentação e manter o emprego da dupla. É quando a paixão dos dois pega força, o suficiente para dar à nossa pequena Baby coragem para ir atrás daquilo em que acredita. Destaque especial para Swayze, que era um incrível dançarino que não deixava sua masculinidade de lado em seus passos, e para a trilha sonora, que alterna entre músicas do início da década de 60 (que é o ano em que o filme se passa) e canções originais que carregam características da época em que o filme foi lançado (os anos 80).

Em tempos que Madonna chocava um país com sua apresentação no MTV Video Music Awards, Dirty Dancing é quase um grito juvenil de “Olha só, pai e mãe, vocês também dançavam assim no tempo de vocês! Não nos chame de perdidos, por favor!” O filme, coreografado por Kenny Ortega - também responsável pelos números vistos em High School Musical -, tornou-se clássico de uma geração: motivo pelo qual rende boa audiência em suas reprises até hoje.

por Da5vi. Um meio termo entre o Will Burton e Cameron Frye. Enquanto o Ferris é o rei de matar aula (isso existe? lol), sou o rei da hiperatividade, AEHOOO!!! Fui criado pelos filmes do John Hughes e pago mó pau pros Beatles (menos pro Lennon, porque sou #TEAMGEORGE). Ah, também sou super fã da cultura punk/new wave e dos anos 80. Vim do passado, mas meu capacitor de fluxos quebrou, não sou íntimo do Doc... Acabei preso aqui! O cinco é mudo.
Falando sobre música e literatura para a MIXME

Já tinha comentado sobre isso no Twitter logo depois da Bienal do Livro de São Paulo, mas decidi registrar em post por aqui também. A MIXME, um canal online da MIX (que também tem a Rádio MIX e tudo mais!) fez uma entrevista comigo, com a Thalita Rebouças e a Giulia Paim sobre literatura e música, onde falamos bastante sobre nossos livros e o que a gente curte ouvir. Claro que o papo enorme precisa ser encurtado e o vídeo final ficou bem legal, assiste aí:

Confira o post direto no site da MIXME.
Quem me acompanha sabe que eu adoro falar de fanfics e McFLY (afinal, meus livros lançados são sobre isso), mas amei que colocaram o que a Giulia falou de kpop e o pedaço do clipe do B1A4! Não paro de dançar por aqui.

por Babi Dewet. Mora no Rio de Janeiro, é autora do livro Sábado à Noite, formada em Cinema, professora, Galaxy Defender, Jedi, Sonserina, fã de Kpop, empresária neurótica, amante de séries de TV coreanas e filmes bobos americanos.