MASC No Brasil!

O grupo MASC virá ao Brasil agora em junho com o novo single “Tina”. O grupo visitará o país pela primeira vez com um showcase em São Paulo e com sessões de autógrafos nas cidades de Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

O MASC debutou em  2016, com o mini-álbum e o MV de “Strange”. Formado por quatro integrantes, A.C.E, Heejae, 26 e Woosoo, o grupo se destaca por misturar batidas dançantes com influências do hip-hop e do R&B, outra coisa bem legal é que os membros inclusive participam na produção das letras, coreografias e dos MVs! O MV mais recente deles é o de Tina:

A turnê do MASC no Brasil começa no dia 2 de junho em São Paulo com  o showcase no Teatro Gamaro. No dia 3 o MASC vai para Curitiba, onde será o primeiro fansign no Teatro Paula Autran. O grupo ainda vai passar por Porto Alegre, Rio de Janeiro e termina a turnê em Belo Horizonte, dia 8 no Teatro PIO XII.

Para comprar os ingressos é só passar no site clicando nos links: São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte.  Os ingressos do fansign são todos pelo preço único de R$125. E se você for de São Paulo você pode comprar o ingresso fisicamente na loja Asian Mix Store (Sogo Plaza Shopping – Rua Galvão Bueno, 40 – Loja 101 – 1º Andar, na Liberdade). Algumas sessões de alguns estados já até esgotaram, mas se você é de Belo Horizonte ou de Curitiba é só correr que ainda tem ingresso!

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BELO HORIZONTE – MG
Data: 08 de junho de 2017
Horário: 19h às 22h (entrada às 18h30)
Local: Teatro Pio XII (Rua Alvarenga Peixoto, 1679 – Santo Agostinho)
Classificação: Livre.
Valor do ingresso:
Fansign + Pôster: R$125 (valor único, sem taxa de conveniência)


CURITIBA – PR
Data: 03 de junho de 2017
Horário: 19h às 22h (entrada às 18h30)
Local: Teatro Paulo Autran (Shopping Novo Batel, Piso C, Alameda Dom Pedro II, 255 – Batel)
Classificação: Livre.
Valor do ingresso:
Fansign + Pôster: R$125 (valor único, sem taxa de conveniência)

 
PORTO ALEGRE – RS
Data: 04 de junho de 2017
Horário:
Sessão I: 18h às 19h30 (entrada às 17h30) – ESGOTADO
Sessão II: 20h30 às 22h (entrada às 20h) – ESGOTADO
Local: Auditório AIAMU (Rua dos Andradas, 1234 – Centro)
Classificação: Livre.
Valor do ingresso:
Fansign + Pôster: R$125 (valor único, sem taxa de conveniência)

RIO DE JANEIRO – RJ
Data: 07 de junho de 2017
Horário: 19h30 às 22h30 (entrada às 19h) – ESGOTADO
Local: Centro Cultural Marista (Rua Conde de Bonfim, 1067 – Tijuca)
Classificação: Livre.
Valor do ingresso:
Fansign + Pôster: R$125 (valor único, sem taxa de conveniência)

SÃO PAULO – SP
Data: 02 de junho de 2017
Horário do show: 19h (abertura dos portões às 17h)
Local: Teatro Gamaro (Rua Dr. Almeida Lima, 1176 – Mooca)
Classificação: Até 13 anos – apenas acompanhado de pais ou responsáveis legais.
A partir de 14 anos – desacompanhados.
Plateia: R$140 (meia-entrada) / R$280 (inteira) (sem taxa de conveniência)
Mezanino I: R$120 (meia-entrada) / R$240 (inteira) (sem taxa de conveniência)
Mezanino II: R$80 (meia-entrada) / R$160 (inteira) (sem taxa de conveniência)
High-touch: R$80 (valor único, sem taxa de conveniência)

As Quatro Estações, de Sandy & Junior

A vontade de deixar vocês pensarem que era algo relacionado ao Um Ano Inesquecível foi tremenda, viu?

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Houve um tempo onde, no Brasil e no mundo, todos nós gostávamos de pelo menos uma música do grande artista pop do momento. Seja pela qualidade da produção, a letra que tocou nossos sentimentos justamente quando precisávamos ou porque o dito cujo nos foi enfiado goela abaixo pela grande mídia, conhecer alguém que não simpatizava com esses artistas era algo tão raro quanto encontrar alguém que não é fã do Chaves.

Sandy & Junior se encaixam bem nessa descrição. Estou na parcela da geração 90 que considera a Sandy o “primeiro amor” e, apesar de ter lembranças de assistir apresentações da dupla no Programa Livre, As Quatro Estações, álbum que marcou o início da transição deles para um trabalho voltado ao público mais crescido, foi o primeiro disco que realmente tive a oportunidade de acompanhar.

Minha mãe trazia recortes de revista com informações e fotos, e como a gente não tinha dinheiro para comprar o CD original, conseguimos uma fita e fiz ela tirar xerox de todo o encarte (em um preto e branco horrível, diga-se de passagem). Era criança demais para interpretar as informações, mas foi ali que nasceu o glorioso hábito de ler notas de produção e agradecimentos que continua até hoje.

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Composto basicamente por baladinhas adolescentes com produção invejável e impecável de Guto Graça Mello e Sérgio Carrer, As Quatro Estações se tornou o disco mais vendido da carreira de Sandy & Junior, ostentando hoje mais de 2 milhões e 500 mil cópias (Anitta, artista da atualidade com popularidade comparável, vendeu 450 mil cópias do Bang. Os tempos para a indústria fonográfica eram outros) vendidas, e arrisco dizer que, se ele ainda fosse fabricado, o número continuaria crescendo.

Para mim, As Quatro Estações é um daqueles álbuns que representa bem o período em que foi lançado: Xororó, apesar de consagrado artista sertanejo, era bastante atualizado sobre o que estava ou não acontecendo na música pop mundial  e, junto com o Feio, fez um ótimo trabalho por aqui com as influências que teve: desde o uso de violino e piano com aquela bateria leve e característica dos anos 90/2000 até as letras sobre romances (Bye Bye, Arte do Coração) e PRINCIPALMENTE “ser feliz” (Eu Quero Mais, Vamo Pulá), a pauta mais importante do pop no fim da década.

Além disso, num período em que a música internacional ainda não era predominância nos ouvidos consumidores do pop, Sandy & Junior eram os grandes responsáveis por trazer ao nosso país os grandes sucessos do pop internacional – adaptados para nossa língua, claro: minha geração não se importava com as letras estarem longe de ter a mesma mensagem que a original. Imortal, versão de My Immortality da Celine Dion, fez parte da época e todo mundo queria ter o fôlego da Sandy ao cantar o finalzinho da música.

Junior faz um trabalho bacana em Aprender a Amar, música que acredito ser sua estreia na dupla como vocalista principal. O mesmo posso dizer para Vamo Pulá, outra que se tornou um clássico desse álbum. Sandy, por sua vez, estreia como compositora e tem seu nome assinado em Olha o Que o Amor Me Faz e As Quatro Estações, faixa que dá nome ao disco.

As Quatro Estações está longe de ser um álbum revolucionário e suas letras são simples ao extremo, chegando a soar triviais em alguns momentos – a própria Vamo Pulá, por exemplo, tem a frase-título repetida 65 vezes em pouco mais de 3 minutos -, mas é justamente essa “des-qualidade” que soma à todos os fatores aqui citados e fazem deste um dos melhores lançamentos da cena pop brasileira. E estou feliz de pertencer à geração que vivenciou o seu sucesso.

(e sim pessoal, hoje eu tenho o CD na estante AEHOOOO)

por Da5vi. Ama power pop, rock clássico, punk, new wave e punk pop, mas descobriu q pop mainstream pode ser cool. O cinco é mudo.
Say what? 11 anos de Hannah Montana

Era pra ser um dia comum e provavelmente escreveria sobre Veronica Mars (tô querendo falar sobre o projeto da quarta temporada faz tempo) mas eu fui lá no Twitter pela primeira vez em dias e, para meu prazer-desprazer, vi o tweet que a Babi havia me marcado junto com a Gui que tinha a hashtag #11yearsofhannahmontana.

Como diria a Miley Stewart, pink haired novelist that once looked like Avril Lavigne say what?

Hannah Montana é vista por muitos como algo vergonhoso do passado. Acho que hoje em dia não tem muito disso, porque já encontrei adultos (tipo quarentões mesmo) que se divertiam vendo a série na TV aberta, mas lembro de um passado não muito distante no Filmow onde as pessoas vinham deixar seus comentários amargurados na página da série (e de High School Musical). Mas tenho o maior prazer de contar a você que possuo todas as temporadas em DVD e que assisto os episódios bem mais do que deveria nos dias de hoje.

A verdade é que ainda sou muito julgado por ser fiel as minhas “raízes Disney” e sempre acabo visto com maus olhos por muita gente que gosta das coisas que gosto hoje em dia – tipo NirvanaBeatles. Já até me chamaram de incógnita, talvez por não terem a menor ideia de que há pesquisadores acadêmicos que associam a sonoridade das músicas ao legado do New Wave, gênero que saiu do punk. Pois é, aposto que sua mente acabou de explodir. Quero ver você dizer que o cara que passou horas estudando sobre o assunto e manja dele mais que você é louco agora!

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Mesmo não pertencendo à cultura desse mundão pop louco de hoje – e pior, tô numa fase em que pouquíssima coisa dele me atrai e que cada vez mais ouço música dazantiga -, Hannah Montana me apresentou à Miley Cyrus (sou fã dela até hoje e o primeiro show que vi na vida foi dela) e foi a primeira série que acompanhei fielmente: lendo sinopse de episódios, tendo que baixar do YouTube (bons tempos em que fazer esse tipo de upload era algo comum) pra ver em inglês sempre que saia uma novidade (demoraaaaaaava pra sair no Brasil as coisas viu?) – olha que bacana: não tinha equipe pra legendar “série de criança” naquele tempo, e isso acabou me ajudando a aprender inglês!

Meus alunos hoje conhecem a Miley por suas performances ousadas e, por mais que tenham visto a série na infância, não farão ideia de como era legal viver aquilo e fazer parte da Famih, o grupinho de amigos que saiu da comunidade no Orkut, ficar horas a fio debatendo sobre as músicas do Meet Miley Cyrus e do Breakout no MSN aguardando leaks e coisas do tipo, usar foto da Miley no avatar das suas redes sociais ou ficar esperando hoooooooooras pra baixar os episódios pelo RapidShare na qualidade mais vagabunda possível só porque você era o único entre os amigos que não tinha Disney Channel.

E quando tinha os live chats no Twitcam hein??? A Miley falou comigo uma vez e eu quase morri aqui em casa!

A verdade é que Hannah Montana me deu a oportunidade de conhecer muitos amigos pelo Brasil afora na Era de Ouro da internet – mais que isso, me fez descobrir que gostava de escrever sobre cultura ao me colocar à frente de fansites (mais especificamente o Just a Fansite, a.k.a como eu conheci Babi e Gui) e coisas do tipo.

Foi tanta coisa que aconteceu graças a uma série com produção mais ou menos do Disney Channel e, quando a gente ouve de algo que parece que foi ontem com o termo “11 anos” do lado, percebemos o quanto que mudou, tudo que passou e todas essas coisas.

No fim das contas, aquela música do Hannah Montana Forever traduz muito bem o que a gente sente pela série: I’ve always got the memories while I’m finding out who I’m gonna be… We might be apart but I hope you always know, you’ll be with me wherever I go.

por Da5vi. Ama power pop, rock clássico, punk, new wave e punk pop, mas descobriu q pop mainstream pode ser cool. O cinco é mudo.
Primeiro dia de outono!

Yey! Chegou o outono, a minha estação do ano favorita. Não foi por acaso que meu conto em “Um Ano Inesquecível” foi inspirado por essa estação encantadora onde o clima fica mais ameno, as folhas começam a cair das árvores, as cores ficam mais bonitas e tudo pode mudar…

Outono

Se você ainda não conhece a história da Anna Julia, taí uma boa oportunidade para começar ele hoje mesmo! O livro físico e o e-book estão a venda aqui.

por Babi Dewet. Mora no Rio de Janeiro, é autora da trilogia de livros Sábado à Noite, formada em Cinema, Galaxy Defender, Caçadora de Sombras, Jedi, Sonserina, fã de Kpop, empresária neurótica, amante de gatos, doces, fanfics, séries de TV coreanas e filmes bobos americanos.