Clássicos da Sessão da Tarde: Dirty Dancing

Faziam anos desde a última vez que sentei para assistir “Dirty Dancing: Ritmo Quente”. Lançado em 1987, o filme é uma mistura de críticas, dança e sensualidade. Aqui no Brasil, tornou-se clássico da Sessão da Tarde junto com muitas outras pérolas da década de 80 – além de ser responsável por catapultar a carreira de Jennifer Grey e transformar “I’ve Had (The Time of My Life)” em tema de vários casamentos ao redor do mundo.

Baby (Grey) é uma menina da alta-sociedade inocente e com planos de “mudar o mundo”. Junto com a família, vai passar as férias em um country club requintado onde estudantes universitários trabalham para conseguir créditos e se formar. Fascinada pelo casal de dançarinos que vê no salão, decide ir ao alojamento de funcionários e descobre o mencionado ritmo quente: Com influências sul-americanas e embalado por vocais afro-descendentes, músicas como “Do You Love Me?” (The Contours) e “Love Man” (Otis Redding) servem de plano de fundo para os passos calientes e “proibidos” daquele pessoal.

Logo em seguida, Baby vira objeto de atenção de Johnny Castle (Patrick Swayze), um dos instrutores de dança do local. E é ao encontrá-lo que ela enfim descobre o amor – E a realidade: Penny, parceira de dança do Johnny, está grávida de um dos jovens “limpinhos” da high society, que (claro) a deixou nas desculpas de que ela era uma qualquer. É então quando Dirty Dancing mostra o preconceito sofrido pelas pessoas que buscavam à dança e teatro naquela época. O próprio Johnny, ao assumir responsabilidade por sua colega, torna-se culpado da situação.

Na tentativa de por em prática seus ideais, Baby resolve ajudar Penny, e passa a ensaiar às escondidas com Johnny para substituí-la numa apresentação e manter o emprego da dupla. É quando a paixão dos dois pega força, o suficiente para dar à nossa pequena Baby coragem para ir atrás daquilo em que acredita. Destaque especial para Swayze, que era um incrível dançarino que não deixava sua masculinidade de lado em seus passos, e para a trilha sonora, que alterna entre músicas do início da década de 60 (que é o ano em que o filme se passa) e canções originais que carregam características da época em que o filme foi lançado (os anos 80).

Em tempos que Madonna chocava um país com sua apresentação no MTV Video Music Awards, Dirty Dancing é quase um grito juvenil de “Olha só, pai e mãe, vocês também dançavam assim no tempo de vocês! Não nos chame de perdidos, por favor!” O filme, coreografado por Kenny Ortega - também responsável pelos números vistos em High School Musical -, tornou-se clássico de uma geração: motivo pelo qual rende boa audiência em suas reprises até hoje.

por Da5vi. Um meio termo entre o Will Burton e Cameron Frye. Enquanto o Ferris é o rei de matar aula (isso existe? lol), sou o rei da hiperatividade, AEHOOO!!! Fui criado pelos filmes do John Hughes e pago mó pau pros Beatles (menos pro Lennon, porque sou #TEAMGEORGE). Ah, também sou super fã da cultura punk/new wave e dos anos 80. Vim do passado, mas meu capacitor de fluxos quebrou, não sou íntimo do Doc... Acabei preso aqui! O cinco é mudo.
Falando sobre música e literatura para a MIXME

Já tinha comentado sobre isso no Twitter logo depois da Bienal do Livro de São Paulo, mas decidi registrar em post por aqui também. A MIXME, um canal online da MIX (que também tem a Rádio MIX e tudo mais!) fez uma entrevista comigo, com a Thalita Rebouças e a Giulia Paim sobre literatura e música, onde falamos bastante sobre nossos livros e o que a gente curte ouvir. Claro que o papo enorme precisa ser encurtado e o vídeo final ficou bem legal, assiste aí:

Confira o post direto no site da MIXME.
Quem me acompanha sabe que eu adoro falar de fanfics e McFLY (afinal, meus livros lançados são sobre isso), mas amei que colocaram o que a Giulia falou de kpop e o pedaço do clipe do B1A4! Não paro de dançar por aqui.

por Babi Dewet. Mora no Rio de Janeiro, é autora do livro Sábado à Noite, formada em Cinema, professora, Galaxy Defender, Jedi, Sonserina, fã de Kpop, empresária neurótica, amante de séries de TV coreanas e filmes bobos americanos.
A leucemia felina e o meu gato Anakin!

Quem me segue no Twitter, Instagram ou no Facebook sabe bem que eu sou uma pessoa apaixonada por gatos. Meus amigos não entendem e sei que muita gente não compreende, mas o amor incondicional desses bichinhos me completa e, depois de ter adotado a Penny há uns quatro anos atrás, eu não me vejo mais sem eles. Também ajudo ongs e pessoas que cuidam e socorrem, castrando os gatos de rua – o que é algo muito importante e vou falar por aqui em outro momento. Até umas duas semanas atrás eu tinha quatro gatos em casa: Penny, Mi, Pippin e Merry. Todas resgatadas, adotadas e com personalidades diferentes. Gato é engraçado porque tem personalidade forte, enquanto um pode ser total amoroso, outro tem pavor de ser pego no colo, por exemplo. E provavelmente nenhum curte carinho na barriga, como os cachorros: não se esqueça disso. Evita arranhões e mordidas.
Acontece que na semana passada eu adotei o Anakin (foto abaixo), um gato branco e carinhoso que tinha sido resgatado pela minha amiga Gisele Barros (ela cuida de muitos animais e precisa sempre de ajuda, se você puder adicioná-la!). Ele foi resgatado novo, mas destruído (se você quiser ver fotos, a Gisele postou no Facebook dela. Se for sensível, eu não aconselho!). É até impressionante como hoje ele está bem e sem sequelas e tentamos, por meses, achar uma casa nova para ele. Mas já com oito meses, ninguém quis e eu acabei trazendo ele pra minha casa. Foi paixão à primeira vista e, apesar de já terem sido feitos exames quando ele era mais novo, levei ao veterinário para ter a triste notícia: ele foi positivo para FeLV (vírus da leucemia felina). Comentei sobre isso no Twitter e muita gente ficou confusa (porque não é como a leucemia humana) e, então, resolvi fazer esse post para explicar.


O FeLV e o FIV (Vírus da Imunodeficiência Felina) estão entre os causadores de doenças infecciosas mais comuns em gatos. São causadas por 2 diferentes tipos de retrovírus, sendo que o FIV pertence à mesma família do vírus causador da imunodeficiência humana (AIDS). Os dois são específicos dos felinos, não existindo qualquer risco de infecção para o humano. São vírus frágeis e instáveis no meio ambiente (morrem em umas 2 ou 3h depois de expostos ao ar), sendo facilmente inativados pelo calor ou por desinfetantes domésticos e detergentes comuns, sem necessidade de utilização do vazio sanitário prolongado.

A infecção por algum destes vírus compromete o sistema imunológico do animal hospedeiro, interferindo na sua capacidade de combater infecções, predispondo o organismo a uma variedade de doenças secundárias recidivantes ou persistentes.

A infecção pelo FeLV pode seguir dois caminhos. No primeiro, o vírus ataca tecidos e órgãos do sistema imune. Este ataque leva o animal suscetível a uma variedade de doenças infecciosas, causando também infecções respiratórias, lesões de pele, anemias, infecções orais, retardo na cicatrização de feridas e problemas reprodutivos. A maioria dos gatos infectados morrem desses sintomas. Gatos com histórico de doenças crônicas são suspeitos para leucemia felina.
Na segunda forma, os gatos desenvolvem câncer, aparecendo como tumores. Sabe-se que 33% das mortes por câncer em gatos são devidas à Leucemia Felina.

Todo gato exposto se torna doente?

Enquanto alguns animais resistem ao vírus, cerca de 30% dos gatos que são expostos ao FeLV tornam-se infectados. Uma vez infectado, o vírus encurta dramaticamente a vida do felino. Aproximadamente 85% destes gatos morrem dentro de 3 anos e quase a metade destes animais morrem nos primeiros 12 meses.
Já outros gatos expostos ao vírus tornam-se potencialmente portadores. Podem não desenvolver a doença durante certo tempo, mas carreiam o vírus em seu corpo e podem tornar-se doentes e infectar outros gatos, caso a doença torne-se ativa.

Como os gatos se infectam com FeLV?

A infecção pelo FeLV é passada de um gato a outro pelo contato íntimo e prolongado, sendo o vírus eliminado pela saliva, urina e fezes. Ele é transmitido principalmente através de lambeduras e mordeduras. Gatas prenhes podem transmitir o vírus pela via transplacentária e para os recém-nascidos através do leite materno e lambedura dos filhotes.
Comedouros e bebedouros podem ser uma fonte para gatos sadios, se forem divididos regularmente com animais infectados.

Alguns gatos são mais suscetíveis ao FeLV?

Gatos com um bom sistema imune geralmente resistem ao FeLV. Contudo, o contato íntimo com um gato infectado apresenta risco significativo para gatos de um mesmo ambiente doméstico. O risco de exposição é maior para gatos que tem acesso livre à rua.
Os animais mais suscetíveis são os filhotes, devido ao fato do sistema imune ser imaturo e não ser capaz de combater o vírus.
Como a doença é transmitida apenas por meio do contato entre os animais, os pets domésticos que raramente tem acesso à rua ou a outros gatos têm bem menos chances de contágio. No caso de um bichano não vacinado viver no mesmo ambiente que outros animais infectados, a melhor medida de previnir que a doença se alastre é a de isolar os gatos comprometidos pela FELV, para que não tenham como transmitir o vírus para seus companheiros.

Existe cura ou tratamento?

Infelizmente não tem cura e, o que se pode fazer nos casos de gatos acometidos pela doença é simplesmente tratar os sintomas e as principais complicações decorrentes da doença, visando amenizar o sofrimento do bichano e prolongar sua vida com a maior qualidade possível.

Como prevenir meu gato da FeLV?

A melhor forma de previnir dos males do vírus da FELV é vaciná-lo contra a doença, sendo que a administração desse medicamento é feita em uma série de doses e a primeira deve ser aplicada nos gatos ainda filhotes, com cerca de 8 a 10 semanas de vida. A quíntupla, como chama a vacina, só pode ser aplicada em animais negativos ao vírus e não é 100% efetiva. O ideal é não ter contato com outros animais infectados.

O legal é que existem pessoas que abraçam a causa e cuidam especificamente de animais que tenham FiV e FeLV! E é o que tenho procurado para o Anakin, um lugar seguro para que ele possa ter uma vida longa e saudável com outros animais que tenham o mesmo problema que ele. E, da mesma forma, não expôr minhas outras gatas à futuras doenças.
O Anakin está saudável e sem nenhum sintoma aparente, tomando remédios e esperando pelo lugar que deve ficar ainda por muitos anos, com pessoas que o amem como eu já amo.

E então? Deu pra entender mais um pouquinho? Se tiverem qualquer dúvida, só deixar nos comentários! E se quiserem ajudar, seja com doações de rações, dinheiro ou adotando algum animal, entre em contato com a Gisele, ok? Faça a sua parte no mundo!

Fonte: CachorroGato / Provet / Webanimal

por Babi Dewet. Mora no Rio de Janeiro, é autora do livro Sábado à Noite, formada em Cinema, professora, Galaxy Defender, Jedi, Sonserina, fã de Kpop, empresária neurótica, amante de séries de TV coreanas e filmes bobos americanos.
As Princesas da Disney no estilo de Hora da Aventura

Vi esse post circulando na blogosfera e fiquei louca pra postar por aqui. Não só por adorar posts sobre as princesas da Disney (eu sou um pouco viciada em todos os formatos e estilos que desenhistas e ilustradores reproduzem!), mas porque fala de um desenho que é a coisa mais fofa do mundo: Hora da Aventura. Se você nunca assistiu, não tem problema – eu aposto que reconhece os traços abaixo como os mesmos do Finn e Jake, os personagens principais dessa aventura ilustrada. Não costumo acompanhar, mas acho super fofo! A ilustradora que deu essa cara toda nova e bobona para as princesas se chama Kayleigh, é dos Estados Unidos e só tem 18 anos. Você pode encontrar mais princesas (ela adicionou a Elsa e a Ana!) clicando aqui e todas as imagens da artista no seu Deviantart.

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por Babi Dewet. Mora no Rio de Janeiro, é autora do livro Sábado à Noite, formada em Cinema, professora, Galaxy Defender, Jedi, Sonserina, fã de Kpop, empresária neurótica, amante de séries de TV coreanas e filmes bobos americanos.