Entrevistando Dayse Dantas

10151875_667450103300514_1134955794251040937_nOlha que LEGAAAAAL! Conversei com a escritora, blogueira (não é de moda, gente, é do Nem Um Pouco Épico), animadora de Twitter e um amor de pessoa DAYSE DANTAS! Vocês já leram Nada Dramática? Tem resenha aqui ó. E esse livro é MUITO divertido e tem uma história super fofa!

Babi Dewet: Apesar de você ser uma escritora, participar avidamente do Nem Um Pouco Épico e dar aulas de inglês, muita gente te conhece mais como a PESSOA QUE ESCREVE NO TWITTER EM CAPS LOCK. A que se deve essa fama? Por que utilizar recurso linguístico tão agressivo?
Dayse Dantas: VOCÊ ACHA CAPS LOCK AGRESSIVO????? EU ACHO AMIGÁVEL :DDDDD. Mas na real, eu não tenho uma explicação técnica para isso. Eu tenho mania de conversar alto enquanto digito, e acho que acabou sendo… natural? Tipo, eu ouvia meu tom de voz e automaticamente meu mindinho ia lá e ligava o caps. Eu acho que meu uso de caps até já perdeu o impacto pra quem me segue no twitter, o pessoal não acha mais estranho. Quando eu coloco tudo em letra minúscula e com ponto final é que o pessoal fica “eita, this shit is real”.

BD: Como foi o processo de escrita de Nada Dramática? Por que falar sobre o assunto vestibular?
DD: Sabe, quando você está escrevendo, você não pensa muito na temática do seu livro. Tipo, você não fica “esse livro é sobre Esse Assunto Específico”. Pelo menos comigo não acontece assim. Eu começo com alguma coisa interessante para mim, penso nos personagens que acho que são os certos para história, e a partir daí escrevo o que for fluindo. A história de Nada Dramática começou com um caso que uma amiga me contou no twitter, apenas isso. E aí quando fui escrevendo… o vestibular foi entrando, porque maior parte da minha adolescência foi focada nisso, e eu sei que é assim que as coisas funcionam para muitas (MUUUUITAS) pessoas de Goiânia. Só depois que eu terminei o livro e fui pensar numa sinopse para ele caiu a ficha de que era a história de uma menina prestes a prestar vestibular. Basicamente falei de vestibular porque fez parte da realidade que eu conheci e era sobre isso que eu queria escrever.

BD: A Camilla, protagonista de Nada Dramática, é uma personagem forte e bem enraizada. Como foi construir essa personagem? Que elementos são importantes para criar uma protagonista que envolva o leitor em sua trama até o fim?
DD: Hm… eu não sei necessariamente a fórmula de construir um bom personagem. O que eu sei é que faz muita diferença para mim se eu o levo a sério ou não. Não no sentido de comportamento, ou gostos ou personalidade, mas no próprio ato de Ser (isso mesmo, com letra maiúscula. Essa resposta está prestes a ficar filosófica). Eu acho que o mais importante para mim, como autora, é considerar o quão real meus personagens são. Eu tenho o trabalho de imaginar e inventar, é claro, mas mesmo assim, o personagem é real. Então a parte de inventar quase que vira um exercício de memória. De certa forma (uma forma bem complexa que é difícil de colocar em uma entrevista), você não está inventando, mas lembrando como o personagem é, porque ele já existe. Quando um autor não leva a sério a existência do personagem, ele fica meio que caricato, meio que absurdo, difícil de engolir. Camilla sempre foi real para mim, então eu não tive muito trabalho de construí-la. O jeito que ela é sempre foi daquele jeito, o único trabalho que tive foi tentar entender. E quando eu entendi… aí tudo fluiu para mim. E para o livro.

BD: Soube que seu maior sonho era ser espiã ou detetive. Da onde vem essa paixão pelas investigações? Se você pudesse fazer parte de uma agência secreta seria como a Agente C ou mais comportada?
DD: Eu gosto de descobrir coisas. Sempre que eu passo por uma porta com placa de acesso restrito, eu gosto de tentar a maçaneta, mesmo que ela esteja provavelmente trancada, porque o que eu penso é “e se estiver aberta?”. Eu não sei onde ou quando isso começou, eu lembro de sempre ser assim. Grande parte de ser espiã ou detetive envolve estar em um lugar onde não se deve estar. Eu acho isso o máximo. É um sentimento besta que não necessariamente envolve resolver crimes nem lidar com pessoas importantes. Para mim isso seria apenas um bônus. Bom mesmo é saber o que tem num dormitório de freiras sem ser pego. É óbvio que eu seria que nem a Agente C.

BD: Sei que você considera a representatividade na literatura (e também em tudo no mundo) algo crucial. Por que representatividade importa?
DD: Porque o mundo não é feito apenas de um ou dois tipos de pessoa. A literatura (e toda plataforma de entretenimento) deve refletir isso.

BD: Qual a melhor coisa de procrastinar? E por que autores fazem tanto isso ao invés de escrever?
DD: Tudo é bom de procrastinar, é só você encontrar a situação apropriada para isso. Tipo, eu já procrastinei COMER só porque não queria tirar comida da geladeira e esquentar. E COMER É ALGO MUITO IMPORTANTE NA NOSSA FAMÍLIA, TIPO, DEIXAR DE COMER É UM PECADO CAPITAL, QUASE. Autores procrastinam pelo mesmo motivo de todo mundo procrastinar: pânico da extensão do trabalho que eles têm pela frente.

BD: Soube que sua cidade se chama Banana City ou Terra do Tomate. Como é viver em um lugar com nome de comida? É por isso que aí tem tanta sorveteria?
DD: OK, ESSE RECADO É PARA MINHA QUERIDA AGENTE GUI: GOIÂNIA NÃO É TERRA DO TOMATE, POR FAVOR, ESTÁ NA HORA DE MATAR ESSES RUMORES. Para ser sincera, eu não acho que Goiânia seja conhecida com nomes de comida em círculos sociais além dos meus. Eu acho que meus amigos e eu relacionam Goiânia com comida porque a gente pensa em comida constantemente.

BD: Como autora e escritora, você lida muito com adolescente e crianças. Qual foi a história mais louca que aconteceu com você? E por que você gosta de trabalhar com essa faixa etária?
DD: Nossa, certa vez um aluno arrancou um dente na sala de aula. O caos daquele dia é o que eu imagino que acontece quando as portas do inferno se abrem. Mas no geral, eu me dou bem com meus alunos. Independente da faixa etária. Mas eu gosto que adolescentes e crianças tendem a achar legal quando digo que gosto de One Direction e Harry Potter, ao invés de usar um tom condescendente comigo, como se eu já não tivesse idade para essas coisas.

BD: Você tem mais ideias para novos livros? O que acha que falta no mercado literário para os leitores brasileiros?
DD: Tenho mil ideias para livros. Por as ideias em prática é um pouco mais complexo. Acho que é por isso que ainda tá difícil julgar o mercado literário com cobranças e essas coisas. Terminar um livro já é uma luta em circunstâncias normais. Imagino que seja bem pior quando alguém fica buzinando no seu ouvido “escreva mais sobre isso!” ou “O mercado precisa mais de livros sobre aquilo”. Mas mal posso esperar para ler mais livros sobre adolescentes que não são ricos no sudeste do Brasil. Eu ainda sonho com o livro sobre algum adolescente do Acre que seja obcecado por Chico Mendes.

BD: Numa disputa entre um algodão doce murcho e um pé-de-moleque melado, quem você acha que ganharia? Justifique a sua resposta.
DD: Eu preciso de mais detalhes. O que eles estão disputando?

Cite um(a):
Líder comunista: Lenin.
Capa de livro feia: Sou politicamente correta, não julgo o livro pela capa.
Video game assustador: Aquele PT que é demo de Silent Hill, acho?
Sabor de sorvete: Puro Leite Ninho (do beijo frio da avenida 84, goianienses!)
Comida brasileira: CUSCUZ. Se bem que cuscuz não é necessariamente brasileiro, né? Whatever.
Filme sobre espionagem: Queime Depois De Ler. É TÃO IDIOTA. I LOVE IT.

 

Conheça mais a autora Dayse Dantas: Facebook / Twitter/ Skoob.

por Babi Dewet. Mora no Rio de Janeiro, é autora da trilogia de livros Sábado à Noite, formada em Cinema, Galaxy Defender, Caçadora de Sombras, Jedi, Sonserina, fã de Kpop, empresária neurótica, amante de gatos, doces, fanfics, séries de TV coreanas e filmes bobos americanos.
Eu acredito no Feminismo

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Olá pessoal, tudo bem? Senta aí que vamos bater um papinho sério hoje. Não sei se vocês sabem, mas eu, Davi, estudo Jornalismo na faculdade. Antes de entrar no assunto, queria fazer uma pergunta: Você já ouviu falar em Gatekeeping?

Se você não for da área, é bem provável que não.

Vou tentar explicar de um jeito fácil pra vocês ao contrário da minha professora: Gatekeeping é basicamente o “poder” que o jornalista/repórter tem de escolher o que é relevante ou não como notícia e o que convém publicar. Já se perguntou por que sempre aparece no Facebook que “a mídia manipula“? É por isso: às vezes, acontece da maioria dos principais jornais falarem de um assunto sob um determinado ponto de vista, e como as pessoas tem uma certa confiança e não pesquisam outras versões da história, elas acabam tomando esse ponto de vista como verdade absoluta.

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Dito isso, vou agora falar do que vim falar: Feminismo. O que é Feminismo? É um movimento que luta por direitos justos (igualdade nem sempre é sinônimo de justiça) para todas as pessoas, independente do sexo. Como quem paga o pato é a mulher, o nome é Feminismo.

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Houve um tempo que as mulheres não podiam votar. Ou ter empregos. Ou ser mães solteiras. Mulher obrigatoriamente nascia para casar, trabalhar em casa e cuidar dos filhos. Não que isso seja exatamente uma coisa ruim, mas vocês tem que concordar comigo quando digo que nem todo mundo nasceu para fazer certas coisas. Imagina então passar a vida sendo obrigada a fazer isso “por que é assim que tem que ser”. Quem disse que tem que ser assim?

É por isso que o movimento existe, para garantir que você seja dona de casa e uma mãe orgulhosa de muitos filhos porque você QUER ser, e não por ser obrigada. E se você não quiser ser, pode morar sozinha, trabalhar… Literalmente, viver a vida do jeito que você acha certo. O leque hoje em dia está bastante aberto, mas ainda assim não é o suficiente.

Ainda temos muito chão para andar, até entre vocês mulheres. Já perceberam que quando um homem pega trinta meninas na festinha, ele é tido como “O” cara enquanto se a mulher beija mais de um cara na balada, algumas de vocês mesmo já começam a espalhar que ela é “rodada”… Adjetivo é o que não falta, não preciso nem citá-los. Por que uma mulher não pode namorar tanto quanto um homem? No cinema, a coisa é ainda mais feia: A mulher, mesmo sendo papel principal, não recebe o mesmo salário que homens (Patricia Arquette levantou o assunto no Oscar desse ano). Infelizmente isso não é exclusivo do cinema, mas vocês acham justo que seu sexo, e não sua capacidade e intelecto, defina até quanto você vai ganhar pelo seu trabalho?

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Olhem para Miley Cyrus e a quantidade de comentários diários que ela recebe a chamando de puta e rodada por causa de suas performances. Enquanto isso, Nick Jonas baixa as calças em quase todo programa de TV para divulgar seu álbum solo e as pessoas acham o máximo; Um dos irmãos Sprouse (Zack e Cody: Gêmeos em Ação) recentemente voltou a ser relevante depois que fotos dele pelado vazaram… O que faz da Miley diferente?

São apenas alguns exemplos do quanto ainda há para lutar. Por isso, é muito importante que você defenda o feminismo e defenda seus direitos. Todos nós merecemos viver num mundo justo, independente de cor, sexo, orientação sexual.

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“Pera… Mas o feminismo não é aquele negócio das ‘mulheres loucas’ que quebram tudo?”

Como em todo movimento, existem casos extremistas. Vamos pegar o Cristianismo, por exemplo. Vocês já devem ter estudado as Cruzadas que aconteceram na Idade Média, certo? Nelas, alguns cavaleiros foram à Jerusalém para tentar recuperá-la das mãos dos Islãs, e muitos deles mataram pessoas Islâmicas “em nome de Deus” por acreditar que o fato deles adorarem outro deus automaticamente os transformava em “pessoas satânicas”.

Vocês conhecem o Cristianismo e sabem que Deus não concordaria com uma coisa dessas, mas as pessoas agiram assim por que acreditavam estar fazendo o certo. Isso fez dessa religião menos do que ela é? Não. Isso te fez, caso você seja Cristão, considerar a religião algo ruim, ridículo, maligno e escroto? Acredito que não. Então por que deixar a sua discordância com atitudes de algumas pessoas te impedir de abraçar o movimento?

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Pertencer ao movimento não quer dizer que você vai sair quebrando tudo e odiando homens, apenas que você luta pelo seus direitos. Já parou pra pensar que o modo como o Feminismo é retratado pelos jornais pode ser um modo de oprimir o movimento, oprimindo assim as mulheres em geral? Não vou ser sensacionalista a ponto de afirmar isso (até por que existem outros fatores, tipo… Uma pessoa quebrando tudo deve dar mais lidas e repercussão que o discurso da Emma Watson na ONU sobre o assunto), mas pode ser um dos fatores.

É importante que todos nós trabalhemos juntos – homens e mulheres – para que as próximas gerações não tenham que sofrer com esses problemas sociais. Então, quando você sentir que existe algo de errado denuncie, lute. Se você for homem e estiver lendo, respeite sua namorada, sua amiga, sua irmã e coloque abaixo toda e QUALQUER forma de discriminação e opressão que ela sofrer por ser mulher. Está em nossas mãos a esperança de um mundo melhor e por isso, eu acredito no Feminismo. E você?

(Comentem pelo Facebook, assim eu posso responder hahaha)
(esse post foi escrito pelo Davi, mas a Babi concorda com ele!)

por Da5vi. Um meio termo entre o Will Burton e Cameron Frye. Enquanto o Ferris é o rei de matar aula (isso existe? lol), sou o rei da hiperatividade, AEHOOO!!! Fui criado pelos filmes do John Hughes e pago mó pau pros Beatles (menos pro Lennon, porque sou #TEAMGEORGE). Ah, também sou super fã da cultura punk/new wave e dos anos 80. Vim do passado, mas meu capacitor de fluxos quebrou, não sou íntimo do Doc... Acabei preso aqui! O cinco é mudo.
Conheça o livro “Cada um na sua casa”, lançamento da Gutenberg

A galera do Pavablog me enviou o release de “Cada um na sua casa“, lançamento da editora Gutenberg, e eu fiquei apaixonada pela capa, pelos detalhes e pelo filme! Pois é, o livro foi adaptado aos cinemas como animação pela Dreamworks, e estreia no dia 26 de março. Serão mais de 500 salas exibindo a saga de Oh, um Boov inteligente e trabalhador que ama fazer tudo por conta própria! Olha essa capa, que LINDA:

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Sinopse: É véspera de Natal quando a mãe de Gratuity Tucci, ou Tip, de 12 anos, é abduzida, e ela fica sozinha com seu gato, Porquinho, na Pensilvânia. A seguir, uma enorme e bizarra nave especial pousa na Terra. Dela saem uns alienígenas baixinhos chamados Booves, que declararam que este planeta seria sua nova casa, e que os terráqueos dali deveriam ir todos para a Flórida, porque eles iriam ocupar o resto do país. Tip precisa ir por conta própria ao lugar destinado aos humanos. Amarra latas embaixo dos sapatos, apanha seu gato e parte dirigindo o carro da família. No caminho, conhece um Boov renegado e trapalhão chamado Ó, que acaba ficando seu amigo, transforma o automóvel em um veículo voador e os dois partem em busca da mãe dela. Na aventura, Ó provoca outra invasão extraterrestre e os dois precisam se unir para resolver toda a confusão criada e tentar salvar o único lugar que resta a ambos para morar – a Terra.

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Aproveite para assistir ao trailer do filme e embarcar na história o quanto antes. Também tem fanpage no Facebook, se quiser acompanhar as novidades.

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por Babi Dewet. Mora no Rio de Janeiro, é autora da trilogia de livros Sábado à Noite, formada em Cinema, Galaxy Defender, Caçadora de Sombras, Jedi, Sonserina, fã de Kpop, empresária neurótica, amante de gatos, doces, fanfics, séries de TV coreanas e filmes bobos americanos.
Resenha de “Aristóteles e Dante descobrem os segredos do Universo”, de Benjamin Alire Sáenz

Aristoteles-e-danteO que dizer desse livro que li em 3 horas e já considero pacas? E dessa capa LINDAAAAA??? *corre em círculos*

Continuando a minha maratona literária A Year A Thorn (saiba mais aqui), o mês de fevereiro teve como tema Diversidade. E esse livro foi ótimo, pois, além da temática sobre homessexuais, os personagens são descendentes de mexicanos. Embora não seja o objetivo da história, é possível perceber sinais sutis de preconceito e como latinos são vistos nos Estados Unidos. Então super combinou com o propósito da maratona!

É início de verão e Aristóteles não tem amigos. Com quinze anos, o garoto se sente diferente de todos e não consegue se enquadrar na vida que consideram normal. Ele é explosivo e introspectivo, mas possui uma doçura quase poética. Filho temporão, suas irmãs já são adultas, casadas e com filhos, Ari sofre por não ser próximo de seu pai e pela família jamais mencionar o irmão mais velho que fora preso. Tentando lidar com tudo isso, o garoto decide passar seu tempo fora de casa na piscina pública mesmo não sabendo nadar. E é aí que ele conhece Dante.

Dante é o tipo de pessoa que você quer ter como melhor amigo. Ele é questionador, desinibido, inteligente e muito divertido. A amizade dos dois se fortalece rapidamente e são inúmeros diálogos que mostram a profundeza dos personagens. Eu adoro livros focados nas conversas, parece um jogo de pingue-pongue e realmente prende a atenção do leitor.

Após um verão intenso, que resulta em um grave acidente, a relação dos amigos fica abalada, mas não de forma negativa. Se recuperando ainda, Ari fica sensível e irritadiço principalmente depois de Dante precisar se mudar por causa do trabalho do pai. Durante um ano, a amizade deles sobrevive com telefonemas e cartas. Ari não entende por que fica com raiva de Dante e de suas novidades, mas Dante o aceita como é e continua a descrever sua vida. Com a volta do garoto à cidade, Ari e Dante ficarão mais unidos e passarão por diversas dificuldades recheadas de receios, confissões, sonhos compartilhados, desejos e, claro, segredos do universo.

Embora eu não tenha gostado do final, senti que o autor optou pela saída mais fácil e tudo foi muito rápido, essa história é muito mais do que eu possa dizer em um post sem spoilers. É um livro que encanta pela sutileza que aborda as dificuldades da adolescência, de se descobrir no mundo e saber qual o seu papel, além de tratar como a família é importante no nosso desenvolvimento. Indico esse livro para todas as pessoas e de todas as idades. É realmente apaixonante!

Aristóteles e Dante descobrem os segredos do Universo foi lançado pelo selo Seguinte. Adicione no skoob e no goodreads. Saiba onde comprar.

por Gui Liaga. Jornalista, publisher e agente literária. Darth Vader da SAN Crew, Grifinória/Corvinal, Distrito 4, Wolfpack, Vulcan e DarkSide. E alguém que não entende nenhuma espécie de preconceito, principalmente literário.