Os Backstreet Boys vão lançar um filme: e já tem trailer!

Se você também foi adolescente no final dos anos 90, aposto que surtou muito com o clipe de Everybody (você acabou de cantar “yeah” e já tentou imitar a coreografia!) e chorou várias vezes ouvindo I’ll Never Break Your Heart (ou Quit Playin’ Games (With My Heart)). É fato confirmado: meninos e meninas foram fãs do Backstreet Boys, uma boyband clássica formada em 1993 por AJ, Howie, Brian, Nick e Kevin. Admita que seus amigos fizeram cover, que você brigou para escolher um favorito e que achava a voz do Brian a coisa mais bonita de todos os tempos (embora meu favorito fosse o Nick e eu nunca tivesse entendido o que as pessoas viam de bonito no Kevin)!
Agora, se você não era adolescente nos anos 90 e não pegou a época de ouro dos garotos da rua de trás, seus problemas acabaram. Os caras se juntaram novamente (todo mundo sabe disso) e prepararam um filme contando sua história e como sobreviveram no mundo da música em meio aos gritos enlouquecidos, paredes cheias de pôster e milhões de álbuns vendidos. O filme chama Backstreet Boys – Show Em What You’re Made Of (sim, o mesmo nome da música deles) e tem previsão de chegar aos cinemas dos EUA em 30 de janeiro – nada pro Brasil.

Ô Brian, meu filho, essa é a foto oficial pro pôster! Eita mania de sair zoado…

Existe um trailer oficial (que você pode ver clicando aqui), mas o que passou durante um dos shows da nova turnê deles é INCRÍVEL! E dá logo vontade de chamar janeiro pra poder ver essa belezinha completa!

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EVERYBODY YEAH, YEEEEEEEEEAHHHHHHH… ROCK YOUR BODY, YEAH! *todo mundo canta junto*

Só pra entrar no clima…

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por Babi Dewet. Mora no Rio de Janeiro, é autora da trilogia de livros Sábado à Noite, formada em Cinema, Galaxy Defender, Caçadora de Sombras, Jedi, Sonserina, fã de Kpop, empresária neurótica, amante de gatos, doces, fanfics, séries de TV coreanas e filmes bobos americanos.
Trailer de “Jurassic World” e 10 motivos pra você querer MUITO ver esse filme

O trailer oficial em HD do novo filme de Steven Spielberg (como produtor), Jurassic World, acabou de ser lançado – e ele já deu toda a sensação que a gente precisava pra querer muito ir ao cinema – eu estou toda arrepiada de ver o trailer! Não se engane, não é um remake dos filmes antigos (dificilmente iriam conseguir captar a magnitude da trilogia!). Jurassic World é quase como uma continuação, que se passa vinte e dois anos depois de tudo que aconteceu em Jurassic Park, quando um parque temático de dinossauros é inaugurado em Ilha Nublar contendo dinos de verdade, como originalmente idealizado por John Hammond, além de resort, hotéis de luxo, restaurantes, reserva biológica, safári e tudo mais. Claro que algo daria errado, porque o ser humano nunca iria se conter só com os animais pré-históricos já “existentes”.

Listei dez motivos para mostrar que esse será um filme épico e que você vai querer MUITO contar os dias para 12 de junho de 2015. Vamos lá:

1 - Apesar de se passar “nos dias de hoje”, existem muitas tecnologias que a gente ainda não utiliza normalmente. Fora isso, claro, a existência de animais pré-históricos. É uma mistura do novo e do antigo, mostrando como podem viver em uma certa harmonia se existir respeito entre as partes.
2 - O novo herói da história é o Chris Pratt. Ponto.

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3 - O parque temático é a cara dos parques da Disney – tipo o Sea World. Se você já foi em algum deles, o filme vai te trazer essa ideia de que tudo só não é possível, como poderia estar acontecendo de verdade. Além de aprisionar as baleias e animais, como fazem com os dinossauros… ou vice versa.
4 - O humor do clássico Jurassic Park está ali e você consegue ver até no trailer, no momento em que colocam um tubarão enorme branco para servir de isca para algo ainda maior. Talvez o humor seja meio mórbido, mas é isso o que ajudou a tornar a trilogia um clássico de verdade.
5 - Bryce Dallas Howard tem um papel meio duo no filme, que vai de cientista megalomaníaca a heroína estilo Resident Evil. E todo mundo gosta da Bryce Dallas Howard.

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6 - Um dinossauro será geneticamente modificado, ficando inteligente – além de muito forte. Ele vai causar pane no sistema e desconfiguração de toda a harmonia do parque. Isso porque, claro, não se deve mexer com o DNA alheio – o ser humano já deveria saber disso. A ideia do “vilão” ser o dinossauro e ao mesmo tempo a ganância do ser humano é sempre uma boa dose.
7 - O filme foi filmado e será lançado em 3D! Prato cheio pra quem queria ver dinossauros quase que ao vivo.
8 - A trilha sonora prometer ser boa. O responsável por ela é Michael Giacchino, que é conhecido pelas animações da Pixar (Os Incríveis, Ratatouille e Up) e pelos filmes de J.J. Abrams, como Star Trek.
9 - Foi liberado um suposto mapa de atrações do Jurassic World, o parque, que incluem aviário, observatório submarino e um “Reino do T-Rex”. É muito legal ver isso nesse tipo de formato!

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10 - Também está rolando uma campanha viral do filme no site Masraniglobal.com. Trata-se da megacorporação que, dentro do filme, comprou a InGen (e o fracassado projeto do Parque dos Dinossauros) em 1998 e conseguiu tirar o parque do papel. Tem até panfleto de divulgação da American Airlines!

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Precisa de mais motivos?

Jurassic World tem um site oficial super bacana, com contagem dos dias e tudo, além de muitas informações sobre o filme. Não deixe de visitar!

por Babi Dewet. Mora no Rio de Janeiro, é autora da trilogia de livros Sábado à Noite, formada em Cinema, Galaxy Defender, Caçadora de Sombras, Jedi, Sonserina, fã de Kpop, empresária neurótica, amante de gatos, doces, fanfics, séries de TV coreanas e filmes bobos americanos.
Pulp Fiction e Mia Wallace ganharam uma linha inteira de maquiagem!

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Não tem como não ficar animado com essa notícia: em comemoração aos 20 anos do filme Pulp Fiction, do Quentin Tarantino, a Urban Decay resolveu lançar uma linha limitada e BARATA (dentro do que normalmente a gente imaginaria que fosse, os itens custam cerca de $20) de maquiagens inspiradas no filme e na musa, Mia Wallace. A linha é completa, tem batom, sombras, delineador, esmaltes e tudo está à venda no site da marca.

kinopoisk.ru

(Diva Mia Wallace)

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Nunca assistiu Pulp Fiction? São 20 anos de sucesso, vale a pena procurar e não perder mais tempo!
Adorei que as imagens de apresentação da linha são meio borradinhas, como se tivessem realmente sido feitas com inspiração da Mia Wallace! Ficou ótimo!
Já quero tudo, como faço?

por Babi Dewet. Mora no Rio de Janeiro, é autora da trilogia de livros Sábado à Noite, formada em Cinema, Galaxy Defender, Caçadora de Sombras, Jedi, Sonserina, fã de Kpop, empresária neurótica, amante de gatos, doces, fanfics, séries de TV coreanas e filmes bobos americanos.
Clássicos da Sessão da Tarde: Dirty Dancing

Faziam anos desde a última vez que sentei para assistir “Dirty Dancing: Ritmo Quente”. Lançado em 1987, o filme é uma mistura de críticas, dança e sensualidade. Aqui no Brasil, tornou-se clássico da Sessão da Tarde junto com muitas outras pérolas da década de 80 – além de ser responsável por catapultar a carreira de Jennifer Grey e transformar “I’ve Had (The Time of My Life)” em tema de vários casamentos ao redor do mundo.

Baby (Grey) é uma menina da alta-sociedade inocente e com planos de “mudar o mundo”. Junto com a família, vai passar as férias em um country club requintado onde estudantes universitários trabalham para conseguir créditos e se formar. Fascinada pelo casal de dançarinos que vê no salão, decide ir ao alojamento de funcionários e descobre o mencionado ritmo quente: Com influências sul-americanas e embalado por vocais afro-descendentes, músicas como “Do You Love Me?” (The Contours) e “Love Man” (Otis Redding) servem de plano de fundo para os passos calientes e “proibidos” daquele pessoal.

Logo em seguida, Baby vira objeto de atenção de Johnny Castle (Patrick Swayze), um dos instrutores de dança do local. E é ao encontrá-lo que ela enfim descobre o amor – E a realidade: Penny, parceira de dança do Johnny, está grávida de um dos jovens “limpinhos” da high society, que (claro) a deixou nas desculpas de que ela era uma qualquer. É então quando Dirty Dancing mostra o preconceito sofrido pelas pessoas que buscavam à dança e teatro naquela época. O próprio Johnny, ao assumir responsabilidade por sua colega, torna-se culpado da situação.

Na tentativa de por em prática seus ideais, Baby resolve ajudar Penny, e passa a ensaiar às escondidas com Johnny para substituí-la numa apresentação e manter o emprego da dupla. É quando a paixão dos dois pega força, o suficiente para dar à nossa pequena Baby coragem para ir atrás daquilo em que acredita. Destaque especial para Swayze, que era um incrível dançarino que não deixava sua masculinidade de lado em seus passos, e para a trilha sonora, que alterna entre músicas do início da década de 60 (que é o ano em que o filme se passa) e canções originais que carregam características da época em que o filme foi lançado (os anos 80).

Em tempos que Madonna chocava um país com sua apresentação no MTV Video Music Awards, Dirty Dancing é quase um grito juvenil de “Olha só, pai e mãe, vocês também dançavam assim no tempo de vocês! Não nos chame de perdidos, por favor!” O filme, coreografado por Kenny Ortega – também responsável pelos números vistos em High School Musical -, tornou-se clássico de uma geração: motivo pelo qual rende boa audiência em suas reprises até hoje.

por Da5vi. Um meio termo entre o Will Burton e Cameron Frye. Enquanto o Ferris é o rei de matar aula (isso existe? lol), sou o rei da hiperatividade, AEHOOO!!! Fui criado pelos filmes do John Hughes e pago mó pau pros Beatles (menos pro Lennon, porque sou #TEAMGEORGE). Ah, também sou super fã da cultura punk/new wave e dos anos 80. Vim do passado, mas meu capacitor de fluxos quebrou, não sou íntimo do Doc... Acabei preso aqui! O cinco é mudo.